12.9.13

PROJETO JOÃO E MARIA

PROJETO JOAO E
MARIA





Objetivo:
*      Aprimorar a interpretação de texto por meio de partes de uma história já conhecida e utilizar estratégias de leitura.
*      Desenvolver a consciência fonológica e aplicar conhecimentos de escrita para completar textos conhecidos.
*      Desenvolver conceitos de pensamento abstrato ligados à coerência e aprimorar noções de sequenciação de ideias, fundamentais à produção de um texto.
*      Refletir sobre a escrita de palavras em língua portuguesa e escrever palavras em forma de lista de acordo com a hipótese de escrita.
*      Estabelecer pontos de referências para elaboração de mapas e trajetórias;
*      Identificar possibilidades de trajetórias para alcançar objetivos propostos;
*      Transferir mediante desenho gráfico idealizações de caminhos a serem traçados;
*      Desenvolver a capacidade de estabelecer trajetórias e metas.
*       




O que o aluno poderá aprender com esta aula

Ouvir e interpretar oralmente a história de João e Maria.
Após contar a história às crianças, leve-as para quadra e separe-as em dois grupos. O primeiro grupo terá algumas pedrinhas e deverá sair primeiro fazendo um caminho, jogando-as pelo chão, trilhando um caminho de pedras, seguindo a orientação de um mapa da escola, por onde estará indicado onde deverão percorrer.
O segundo grupo, sem ver o caminho que o primeiro grupo traçou, nem o mapa que foi disponibilizado à eles com o caminho correto, deverá seguir o caminho de pedrinhas e procurar as crianças pela escola. Ao achá-los, poderão trocar os grupos, sendo que, quem procurou deverá fazer o caminho com as pedrinhas e vice-versa.


Duração das atividades
12 Aulas

-Cd – ouvir a história no CD
-no data show, visualizar a história sem legenda, só com imagens

Apresentar o livro para os alunos, explorando a capa e o nome do autor.
Perguntar para os alunos se reconhecem os personagens. De onde?
 
Identificar então as características dos personagens:
Aproveitar para levantar o conhecimento que os alunos têm sobre esses personagens, antes de ler a história de João e Maria.
Após a conversa, ler o livro para a turma, mostrando as ilustrações de cada página, à medida em que vai contando a história.
Depois da leitura, trabalhar oralmente a interpretação através de questões relacionadas ao conto de João e Maria.
Interpretação da história por escrito
Texto lacunado
Ortografia: R e RR
Cruzadinha
Mapa mental sequenciado
João e Maria jogo rápido
Espaçamento entre as palavras
Sequência da História
Listar os doces
Escrever um bilhete para João e Maria
Identificar os personagens da história

1- Os pais de João e Maria conversavam sobre a dificuldade que estavam passando. Qual foi a sugestão da madrasta?
2- Os meninos ouviram a conversa dos pais.
Qual foi o plano deles para garantir o retorno para casa?
Deu certo? Por quê?
3- Os meninos perdidos na floresta avistaram uma casa. Como era?
O que eles fizeram?
4- Até que apareceu a dona da casa. Quem era?
5- O que ela fez com João e Maria?
6- A bruxa queria engordar João para poder comê-lo.
Qual foi a ideia de João para enganar a bruxa?
7- Até que um dia, a velha pediu à Maria para acender o forno. 
Ela aproveitou a situação. O que a menina fez então?
8- Os meninos fugiram. O que levaram com eles?
9- Que fim tiveram os meninos?
10- O que aconteceu com a madrasta?
Recursos Complementares

-casinha de doces
- Veja como sugestão, aula no Portal do Professor: “Achiqué”- versão peruana de João e Maria. Autor: Ana Letícia Lima Guedes.
- livro: João e Maria - Coleção Clássicos Cintilantes. Ed. Todolivro.
- CD Coleção Disquinhos: João e Maria
- Veja outra versão do conto de João e Maria em:



João e Maria

Você quer fazer uma casinha como esta com balas de goma?
É super simples
Você vai precisar de:
Isopor
palitos de dentes 
Vários pacotes de bala de gomas
1 rolo de papel alumínio
Modo de fazer
Você fará uma casinha com o isopor e a encapará com o papel alumínio
partirá os palitos de dentes ao meio, espetará a metade dos palitos nas balas e aplicará na casinha.
Se preferir faça as portas e janelas com uma determinada cor de bala (uma cor bem forte, de destaque) e depois preencha as "paredes" da casa com balas de cores claras.
Se você quizer, poderá fazer castelos, carrinhos, pois é o mesmo procedimento, se a casinha for ficar exposta muito tempo é legal você cobri-la com papel filme transparente ou coloca- la em um saco próprio para embalar cestas de café da manhã, pois estes sacos você encontra com facilidade, eles são grandes e o custo é pequeno.
Para fazer uma casinha como esta, você gastará em média R$ 20,00.

Você pode usar a casinha para decoração de festas, decorar uma mesa de doces para seus alunos e pode contar a Estória de João e Maria e usar a casinha para explicar as crianças como a casa de doces atraiu as crianças na Estória e no fima da aula, saborear as balas com seus alunos.
Você pode fazer o telhado da casa com bis (chocolate) e as paredes com chocolates de outras marcas, ex: charge, prestigio huuuuum
Paçocas, pés de moleque e doces de leite podem também servir de material
 

Narrador: Era uma vez um menino chamado João e sua irmã Maria, que moravam em uma casa perto da floresta. Um dia, sua mãe pediu que fossem buscar galhos secos para acender o fogo. Não pecisavam trazer muitos, apenas o bastante para acender a lareira.
Mãe:
- Não vão muito longe. Os galhos que temos aqui perto já servem, não vão se perder por aí...
João:
- Pode deixar mamãe, vamos voltar logo!
Narrador: E lá se foram os dois procurar gravetos secos por ali, entre várias brincadeiras. Não queriam ir longe, mas estavam tão curiosos com a floresta que resolveram arriscar só um pouquinho. Maria teve uma idéia genial: foi marcando todo o caminho, para saber por onde voltar: assim não iriam se perder. E bricaram à vontade. Já estava querendo escurecer quando resolveram voltar. Maria foi logo procurando os pedacinhos de pão que deviam estar marcando o caminho, mas... Os passarinhos que moravam ali estavam achando ótimo aquele lanchinho, e não deixaram nem um miolinho de pão sobrar. Não havia como achar o caminho de volta para casa. A idéia de marcar o caminho tinha sido ótima, mas não com pedacinhos de pão.
Maria:
- Agora estamos os dois com fome e perdidos!Andaram de um lado para outro, mas nada de encontrar o caminho de casa, cada vez mais escuro.
Narrador:
A noite já tinha chegado, quando João teve uma boa idéia:
João:
- Vou subir na árvore mais alta e ver se encontro alguma casa para passarmos a noite.
Narrador:
Maria achou ótima, pois já estava muito assustada com os ruídos da noite na floresta. E João encontrou alguma coisa:
João:
- Tem uma luz daquele lado! Vamos lá ver!
Narrador:
Os dois correram na direção da luz acesa da casa mais próxima. Ao chegarem, viram uma velhinha que parecia muito boazinha e sorridente.
Bruxa:- Venham cá! Venham, meus amiguinhos. Aqui vão encontrar muita comida gostosa. (os dois estavam morrendo de fome)
Narrador
Então viram a casa de perto:
Maria:- Uuuuau!
Narrador:
As paredes eram de chocolate com castanhas, o telhado era de brigadeiro, as portas de biscoito fresquinho, as janelas de gelatina, tudo enfeitado com caramelo, sorvete e balas coloridas.
Maria: Uhmmm!
Bruxa:
- Comam tudo, meu amiguinho é para vocês. Depois podem descansar em camas fofinhas e bem quentinhas. Amanhã acharemos a casa de vocês.
Narrador:
E os dois obedeceram à contentes, e acabaram dormindo cansados de um dia tão cheio. Acordaram antes do sol nascer, pensando que estavam na maravilhosa casa de doces. Mas, que nada: A casa tinha desaparecido como se fosse mágica. Em seu lugar havia uma horrível casa de bruxa, com morcegos e tudo. Uma gargalhada terrível vinha da escada, por aonde chegou à bruxa malvada com sua coruja:
Bruxa:
- Pensaram que iam escapar, não? Vão ficar presos aqui para sempre, e nunca mais vou deixar que voltem para casa. Ha! Ha! Ha!
Narrador:
A bruxa mandou Maria para a cozinha preparar comida para todos: agora ela era a empregada da casa. Tinha que fazer todo o serviço, se não... Prendeu João numa gaiola e disse:
Bruxa:
- Menino: trate de ficar bem gordinho! Quando estiver pronto, vai virar o meu jantar especial. Ha! Ha! Ha!
Narrador:
Maria foi a primeira a reparar que a bruxa malvada não enxergava bem. Tudo ela trazia bem perto dos olhos para ver direito. Para saber se João estava engordando bem, toda noite chamava o menino e mandava que mostrasse o seu dedinho da mão. Apertava bem, e dizia que ainda estava muito magrinho.
Bruxa:
- Maria! Faça mais comida! Ele tem que engordar. Depressa! Narrador: João, preso na gaiola já nem sentia fome, de tão triste que estava. Queria voltar a ser livre, correr solto com seus amigos e brinquedos. Lembrava bem como isso era bom. Maria tentava encontar uma saída para os dois, enquanto fazia o serviço sem nenhum brinquedo. Tinha saudades de tudo em casa, mas, como enganar a bruxa e fugir?
Narrador:
Foi na cozinha que teve uma idéia: Colocou para assar no espeto uma galinha, escondendo um ossinho comprido e bem fininho. Quando levou a comida para João, disse a ele bem baixinho, para a bruxa não escutar:
Maria:
- Esconda este ossinho para fingir que é seu dedo bem magrinho e enganar a bruxa. Ela não enxerga quase nada...
Bruxa:
- Quietos aí! Quem disse que podem conversar?
Narrador:
Desse dia em diante, João sempre mostrava o ossinho para a bruxa apertar quando ela queria saber se ele já estava bem gordinho. Bruxa:- Maria! Esse menino está magro como um palito. Faça mais comida!
Narrador:
E Maria fazia muitas coisas para que os dois ficassem bem fortes para poder fugir. Em toda parte, a menina procurava o lugar onde a bruxa escondia a chave da gaiola, mas não conseguia encontrar. Tudo agora dependia da força de João para fugirem dali. Naquela noite, João se esforçou muito, e acabou conseguindo soltar a grade da gaiola. Tinha ficado bem forte, e a bruxa nem sabia disso. Os dois correram para se esconder na floresta antes que a bruxa acordasse. Na luz do dia, conseguiram achar o caminho de casa, e nunca mais voltaram naquele lado da floresta.
Fim



AUTODITADO

1.
4.
7.
10.
2.
5.
8.
11.
3.
6.
9.
12.
  

Pinte, recorte, monte e brinque com os dedoches

Por que você acha que a bruxa é má?











5 comentários:

  1. Lúcia amei o texto e o projeto...vou realizar na escola em que trabalho.

    Abraços Carla Casal

    ResponderExcluir
  2. Nessa história montada faltou a página 11, tem como vc enviar ela?

    ResponderExcluir
  3. AMEI SEU PROJETO VOU APLICAR COMO SEQUENCIA DIDÁTICA NÃO TODO RESUMI ALGUMAS PARTES PARA TRABALHAR UMA SEMANA; FALTOU MESMO A PÁGINA 11 DOS SLIDES, MUITO OBRIGADA

    ResponderExcluir
  4. AMEI SEU PROJETO VOU APLICAR COMO SEQUENCIA DIDÁTICA NÃO TODO RESUMI ALGUMAS PARTES PARA TRABALHAR UMA SEMANA; FALTOU MESMO A PÁGINA 11 DOS SLIDES, MUITO OBRIGADA

    ResponderExcluir

Adoro ler seu comentário! Beijos!

Eu sou Lúcia Martinelli

Minha foto

Eu sou Lúcia Martinelli, nasci em 28.06. Sou filha de Cândido Martinelli e Maria Grando, estudei em Passo Fundo RS, nas escolas Alfredo Pujol, Notre Dame, Joaquim Fagundes dos Reis e Cursei o 2º grau no Colégio Bom Conselho e o ensino superior na Universidade de Passo Fundo e fiz Pós –Graduação em Alfabetização Construtivista na UPF com o GEEMPA e conclui 1989. Hoje moro em Balneário Camboriú e estou fazendo todas as leituras que gostaria de ter feito e não tinha tempo para faze-las. Estou amando!

 

Trabalhei na Faculdade de Odontologia da UPF e fui secretária e auxiliar odontológico.

Exerci a função do magistério na rede particular de ensino, no Colégio Notre Dame por onde me aposentei e na rede municipal nas escolas Vidal Colussi, Fundação Educacional do Menor, UPF em Assessoramento Construtivista, Notre Dame Municipal e Antonino Xavier, onde me aposentei. Aleluia!!!

Trabalhei em turmas pela ordem dos acontecimentos: multiseriada (de pré a 4ª série) todos na mesma sala, Jardim, Pré, 1ª série, 2ª série, 2º ano, 3ª série, 4ª série, 5ª série e 1º ano do 2º grau.

Sou professora por opção porque adoro o ato de ensinar e aprender, o convivio com as crianças sentir a mundança e o crescimento acontecendo no dia a dia, ser o elo mediador entre aluno e conhecimento desafiando e apoiando para que o processo de aprendizagem aconteça o mais rápido possível. A experiência da alfabetização é algo indiscritível, só experimentando para saber a delicia da magia que é “o ver acontecer”.

 

A educação é um processo contínuo que toma o homem sobre sua responsabilidade desde a infância até a morte.

PROFESSORA LUCIA MARTINELLI

PROFESSORA LUCIA MARTINELLI
ATIVIDADES E PROJETOS